O mercado negro das bundas

Em uma sexta atípica, M. Gardot como companhia pra um vinho branco geladíssimo, folheando as páginas de uma ELLE foi quando me veio em flash, a forma ideal da mulher perfeita.

Não é uma utopia, e eu não estava bêbada. No momento ainda na primeira taça e na terceira faixa.

Existem mulheres muito inseguras deste lado do planeta, afinal a concorrência não da trégua e muitas vezes é bem desleal.  São muitos artifícios e variedades, na verdade, existe  pouca demanda pra muita oferta.

Tem muita mulher solta nas prateleiras, e até reparando bem, eu não me refiro apenas a quantidade, a qualidade subiu bastante nos últimos anos.

Hoje nós ganhamos mais conteúdo, e o interesse pelo cérebro vem exercendo cada dia mais influência no mercado competitivo feminino. Além, evidentemente, do maior acesso aos truques de beleza, sempre mais poderosos.

Mais então, como fazer a diferença, e ser notada nesse universo tão cruel?  A resposta é bem clichê, contudo bem verdadeira.  PERSONALIDADE, ma chérie! Esse é o segredo.

Portanto a realidade é bem simples, a mulher perfeita não é alta, nem gostosa. Ela não é santa, nem uma fruta. Não é rica, nem lê Nietzsche. A mulher que eu me refiro, sabe entrar e sair vestida adequadamente na sua mais perfeita e exclusiva personalidade.

Xêro,

Tyta Melro

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